Nada normal

Nada normal

28 de abr. de 2011

20 de mar. de 2011

10 de fev. de 2011

6 de fev. de 2011

viadinho

Mesmo, com muito orgulho, e minha familia adora

Alguma pergunta ?

8 de jan. de 2011

9 de dez. de 2010

Declaração.

Eu tenho tantos desejos e um deles e ter vocês ao meu lado, não sou de ninguém e todo mundo me quer bem, sou apenas do mundo a ser vivido, muitas das vezes acham que eu não tenho sentimentos mas na verdade tenho e muitos, so que eu não sei o porque eles custam a sair para fora, e quando sai já é tarde sabe, mas na boa, eu queria vocês aqui (D, P, E.A) são apenas vocês que me fazem bem cada um me seduz e me leva para a vida de uma maneira, onde eu possa ver em seus olhares de alegria, sedução e atração, onde nenhum será eterno, e sim na saudades sé for ficar assim eu quero é sumir, quem quer muito nada consegue, tipo neé isso é apenas vocês amrs se eu levo uma assim foi assim que vocês me conheceram então... Assim sempre será NE ou não ate que vocês me mudem aos poucos, - eu sei que tudo é capaz até as rosas chorarem em um dia especial e eu ser apenas seu...
Eu me entrego a cada dia e a cada dia eles me entregam seus coração.

28 de nov. de 2010

Eu me lovo ao acaso a você


22 de nov. de 2010


Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro
as crianças violadas
nos muros da noite
úmidos de carne lívida
onde as rosas se desgrenham
para os cabelos dos charcos.

Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro
diante desta mulher que ri
com um sol de soluços na boca
— no exílio dos Rumos Decepados.

Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro
este seqüestro de ir buscar cadáveres
ao peso dos poços
— onde já nem sequer há lodo
para as estrelas descerem
arrependidas de céu.

Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro
a coragem do último sorriso
para o rosto bem-amado
naquela Noite dos Muros a erguerem-se nos olhos
com as mãos ainda à procura do eterno
na carne de despir,
suada de ilusão.

Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro
todas as humilhações das mulheres de joelhos nos tapetes da súplica
todos os vagabundos caídos ao luar onde o sol para atirar camélias
todas as prostitutas esbofeteadas pelos esqueleto de repente dos espelhos
todas as horas-da-morte nos casebres em que as aranhas tecem vestidos para o sopro do
silêncio
todas as crianças com cães batidos no crispar das bocas sujas
de miséria...

Ninguém vê as minhas lágrimas, mas choro...

Mas não por mim, ouviram?
Eu não preciso de lágrimas!
Eu não quero lágrimas!

Levanto-me e proíbo as estrelas de fingir que choram por mim!

Deixem-me para aqui, seco,
senhor de insônias e de cardos,
neste òdio enternecido
de chorar em segredo pelos outros
à espera daquele Dia
em que o meu coração
estoire de amor a Terra
com as lágrimas públicas de pedra incendiada
a correrem-me nas faces
— num arrepio de Primavera
e de Catástrofe!